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	<title>Dança &#8211; Theatro Circo</title>
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	<title>Dança &#8211; Theatro Circo</title>
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		<title>Supracasa: Adoçar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mariana.volz@fazcultura.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 15:45:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De onde venho, as pessoas costumam ou costumavam utilizar a palavra “adoçar” como sinónimo de lavar. “Já te adoçaste? Vai-te adoçar!” Penso que tal bonita comparação provém da ideia de retirar o sal, o suor do corpo, e de torná-lo doce e usar água igualmente doce para o fazer. Esta peça serve para praticar o &#8230; <a href="https://futuro.fazcultura.pt/event/adocar/">Continued</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>De onde venho, as pessoas costumam ou costumavam utilizar a palavra “adoçar” como sinónimo de lavar. “Já te adoçaste? Vai-te adoçar!” Penso que tal bonita comparação provém da ideia de retirar o sal, o suor do corpo, e de torná-lo doce e usar água igualmente doce para o fazer. Esta peça serve para praticar o exercício de observação pura. Desta forma, crio uma dança focada apenas no corpo e no seu movimento. O adoçar explora a ideia de limpeza. De criar espaço que origina disponibilidade. Disponibilidade para observar um corpo.</div>
<div>— Ana Isabel Castro</div>
<div></div>
<div>Ana Isabel Castro é licenciada pela Escola Superior de Dança de Lisboa e frequentou o FAICC &#8211; Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica na Companhia Instável. Tem trabalhado ao lado de artistas como Esther Balfe, Saju Hari, Georg Blaschke, Jonathan Uliel Saldanha ou Joclécio Azevedo. Criou peças como Marengo (2019), Iceberg (2021) ou Pechisbeque (2023), e foi a primeira vencedora na categoria Dança do Prémio Jovens Artistas Coliseu Porto Ageas.</div>
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		<title>Zona Franca: Está Visto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ines.venancio@fazcultura.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 15:09:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um bailarino que não sabia dançar, um cantor que não sabia cantar, um ator que não sabia atuar, um escritor que não sabia escrever, um pintor que não sabia pintar. Um bailarino que cantava, um escritor que pintava, um ator que escrevia. Era preciso saber-se fazer para saber-se ser. Enquanto as linhas ténues que separam &#8230; <a href="https://futuro.fazcultura.pt/event/zona-franca-esta-visto/">Continued</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um bailarino que não sabia dançar, um cantor que não sabia cantar, um ator que não sabia atuar, um escritor que não sabia escrever, um pintor que não sabia pintar. Um bailarino que cantava, um escritor que pintava, um ator que escrevia. Era preciso saber-se fazer para saber-se ser. Enquanto as linhas ténues que separam o ser do fazer, o eu da acção, a coisa do sujeito, são confusas, há algo que permanece inapto e disfuncional. Um monstro que não cumpre a função.</em><br />
— João dos Santos Martins, 2022</p>
<p>O ciclo Zona Franca , recebe <em>Está Visto</em> (2023), espetáculo resultante de uma colaboração de João dos Santos Martins com a pianista e compositora Joana Sá e a artista visual Ana Jotta. Partindo do ciclo de canções Dichterliebe [Amor(es) de poeta], compostas por Robert Schumann em 1840, a peça apresenta-se em formato de recital, procurando que as práticas de canto, piano e dança interajam e transbordem umas nas outras. As canções de estilo romântico, com poesia de Heinrich Heine, falam de amor não correspondido. Esta falta de reciprocidade reproduz-se em ideias coreográficas que desarticulam a linguagem, fracionando o gesto com as letras das canções, o som e a escuta num corpo em atravessamento.</p>
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		<title>Balanchine/Naharin</title>
		<link>https://futuro.fazcultura.pt/event/balanchine-naharin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ines.venancio@fazcultura.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 09:50:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Companhia Nacional de Bailado chega ao Theatro Circo com um programa excecional que celebra a riqueza e pluralidade da dança contemporânea. Reunindo duas visões coreográficas fundamentais, a noite apresenta uma ponte entre o clássico e o vanguardista. Em palco, a rigorosa inventividade de George Balanchine ganha vida em Stravinsky Violin Concerto. Criada em 1972, &#8230; <a href="https://futuro.fazcultura.pt/event/balanchine-naharin/">Continued</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Bailado chega ao Theatro Circo com um programa excecional que celebra a riqueza e pluralidade da dança contemporânea. Reunindo duas visões coreográficas fundamentais, a noite apresenta uma ponte entre o clássico e o vanguardista.</p>
<p>Em palco, a rigorosa inventividade de George Balanchine ganha vida em <em>Stravinsky Violin Concerto</em>. Criada em 1972, esta obra emblemática do pioneiro do estilo neoclássico convida a &#8216;ver a música e ouvir a dança&#8217;, num diálogo sublime entre a coreografia e a partitura de Stravinsky. Ao lado desta peça histórica, surge a audácia de Minus 16, de Ohad Naharin. Esta marcante criação contemporânea destaca-se pela sua partitura eclética (de Dean Martin ao techno), pela improvisação e pelo aclamado método Gaga de Naharin. Nascida da reorganização de obras anteriores, Minus 16 é um trabalho que confirma a habilidade de Naharin em envolver o público, levando-o a dançar, e evidenciando a pluralidade da dança num mesmo palco.</p>
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